Portuguese Health Officials Face Parliamentary Inquiry
Emails obtained by Observador suggest the Ministry of Health failed to define minimum services during a 2024 INM technician strike. Reading receipts have been accessed which prove the information was received by these offices. State officials told the Portuguese Parliament they had no prior knowledge of upcoming strike notices. An email containing the strike notice was reportedly sent to the wrong office, specifically the chief of staff for the State Secretary of Health rather than the department overseeing the National Institute of Medical Emergency (INEM). However, documents obtained by Observador indicate the Ministry of Health was informed of the warning 20 days before the strike began. Journalist Tiá Keir reported that the evidence regarding the notification leaves no room for doubt.
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“O Ministério da Saúde foi acusado de não ter acalteado a definição de serviços mínimos. A Ministra, Napalda Martins, argumentou que não teve conhecimento do pré-aviso.”
“O observador teve acesso aos e-mail dos que provam que o ministro... Foram enviados a 10 de outubro de 2024 a três gabinetos... e que provam que foram litos.”
“Foram enviados a 10 de outubro de 2024 a três gabinetos... os recíbos de leitura e que provam que foram litos.”
“disseram no Parlamento que não tiveram conhecimento desses pré-avisos de greve. Uma informação que tivemos esta semana foi que esse serviço de apoio encaminhou este e-mail para o chefe de gabinete da Escortar de Estado de Saúde, que não era a Escortar de Estado de Estado de Saúde, que tinha a pasta do INEMO”
“disseram no Parlamento que não tiveram conhecimento desses pré-avisos de greve. Uma informação que tivemos esta semana foi que esse serviço de apoio encaminhou este e-mail para o gabinete errado.”
“A ministra, Ana Paula Martins, argumentou que não teve conhecimento do pré-aviso e isso mesmo foi reitrado pela titular da Paz de Durante Audição na Comissão Parlamentar de Inquéritas, este caso. O observador teve acesso a imados que provam que o Ministério foi informado do pré-aviso, 20 anos antes do início da paralisação.”
“A ministra, Ana Paula Martins, argumentou que não teve conhecimento do pré-aviso e isso mesmo foi reitrado pela titular da Paz de Durante Audição na Comissão Parlamentar de Inquéritas”
“ministra Ana Paula Martins e também a Escortada de Estúdio da Secretaria de Estado de Saúde... encaminhou o pré-aviso para o gabinete errado.”
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